quarta-feira, 25 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Oração da Professora
Senhor! Deste-me a vocação de ensinar e de ser professora.
É meu compromisso educar, comunicar e espalhar sementes nas salas de aula da escola da vida.
Eu te agradeço pela missão que me confiaste e te ofereço os frutos do meu trabalho.
São grandes os desafios no mundo da educação, mas é gratificante ver os objetivos alcançados na trajetória para um mundo melhor.
Quero celebrar a formação de cada aprendiz na felicidade de ter aberto um longo caminho.
Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também o sofrimento que me fez crescer e evoluir.
Quero renovar a cada dia a coragem de sempre recomeçar.
Senhor!Inspira-me na minha vocação de mestra e comunicadora. Dá-me paciência e humildade para servir, procurando compreender profundamente as pessoas que a mim confiaste.
Ilumina-me para exercer esta função com amor e carinho.
Obrigada, meu Deus, pelo dom da vida e por fazer de mim uma educadora hoje e sempre. Amém!
Deus não fabrica lixo - Padre Zezinho
"Um dos cartazes mais encantadores que já vi
foi o de um menino de 8 anos debruçado sobre um muro
e a dizer com cara suja e olhos brilhantes:
“Eu sei que sou alguém, porque Deus não fabrica lixo.”
Há mais teologia num menino que se sente alguém,
do que nos religiosos que, pretendendo ser humildes, se proclamam um nada.
A frase: “Sou um nada e um ninguém” parece humilde,
mas nega uma obra prima de Deus.
É que Deus não perde tempo criando o nada ou ninguém.
Ele cria algo e alguém. Deus faz a matéria prima.
O lixo fica por nossa conta.
Valorizemo-nos, porque Deus não quer que nos proclamemos um zero à esquerda.
Somos obra sua!"
Pe. Zezinho
foi o de um menino de 8 anos debruçado sobre um muro
e a dizer com cara suja e olhos brilhantes:
“Eu sei que sou alguém, porque Deus não fabrica lixo.”
Há mais teologia num menino que se sente alguém,
do que nos religiosos que, pretendendo ser humildes, se proclamam um nada.
A frase: “Sou um nada e um ninguém” parece humilde,
mas nega uma obra prima de Deus.
É que Deus não perde tempo criando o nada ou ninguém.
Ele cria algo e alguém. Deus faz a matéria prima.
O lixo fica por nossa conta.
Valorizemo-nos, porque Deus não quer que nos proclamemos um zero à esquerda.
Somos obra sua!"
Pe. Zezinho
http://1.bp.blogspot.com/-E1niyBVgTyo/T3-BFw3ZabI/AAAAAAAAKZ0/H4TeuKfqH4s/s640/Deus+n%C3%A3o+fabrica+lixo+-+Padre+Zezinho.JPG
Santos nomes em vão - Texto para aula de Português. Variação linguística.
Texto para ser usado em aulas com tópicos sobre a variação línguística. Serve bem à exemplicação das variações da lingua.Drama verídico e gerado por virgulazinhas mal postas, cúmplices de tantas reticências.
Praxedes é gramático. Aristarco também. Com esses nomes não poderiam ser cantores de rock. Os dois trabalham num jornal. Praxedes despacha as questiúnculas à tarde. Aristarco, à noite. Um jamais concordou com uma vírgula sequer do outro, e é lógico que seja assim. Seguem correntes diversas. A gramática tem isso: é democrática. Permitindo mil versões, dá a quem sustenta uma delas o prazer de vencer.
Praxedes é um santo homem. Aristarco também. Assinam listas, compram rifas, ajudam quem precisa. E são educados. A voz dos dois é mansa, quase um sussurro. Mas que ninguém se atreva a discordar de um pronome colocado por Praxedes. Ou de uma crase posta por Aristarco. Se a conversa ameaça escorregar para os verbos defectivos ou para as partículas apassivadoras, melhor escapar enquanto dá. Porque aí cada um deles desanda a bramir como um leão. [...]
Para que os dois não se matem, o chefe pôs cada um num horário. Praxedes, mais liberal (vendilhão, segundo Aristarco), trabalha nos suplementos do jornal, que admitem uma linguagem mais solta. Aristarco, ortodoxo (quadradão, segundo Praxedes) assume as vírgulas dos editoriais e das páginas de política e economia. [...]
Sempre estiveram a um passo do quebra-pau. Hoje, para festa dos ignorantes e dos mutiladores do idioma, parece que finalmente vão dar esse passo. É dia de pagamento e eles se encontram na fila do banco. Um intrigante vem pondo fogo nos dois há já um mês e agora ninguém duvida: nunca saberemos quem é o melhor gramático, mas hoje vamos descobrir quem é o mais eficiente no braço.
Aristarco toma a iniciativa. Avança e despeja:
- Seu patife, biltre, poltrão, pusilânime.
Praxedes responde à altura:
- Seu panaca, almofadinha, calhorda, caguincha.
Aristarco mete o dedo no nariz de Praxedes:
- É a vossa progenitora!
Praxedes toca o dedo no nariz de Aristarco:
- É a sua mãe!
Engalfinham-se, rolam pelo chão, esmurram-se.
Quando o segurança do banco chega para apartar, é tarde, Praxedes e Aristarco estão desmaiados um sobre o outro, abraçados, como amigos depois de uma bebedeira.
O guarda pergunta à torcida o que aconteceu. Um boy que viu tudo desde o início explica:
- Pra mim, esses caras não é bom de bola. Eles começaram a falá em estrangeiro, um estranhô o outro, os dois foram se esquentando, esquentando, e aí aquele ali, ó, que também fala brasileiro, pôs a mãe no meio. Levô uma bolacha e ficô doido: enfiô o braço no focinho do outro. Aí os dois rolô no chão.
Para a sorte do boy, Aristarco e Praxedes continuavam desacordados.
(DREWNICK, Raul.O Estado de São Paulo,Caderno 2, p. 2, 1998)
http://www.simplesmenteportugues.com.br
O Mistério da herança - texto para trabalhar a pontuação.
Esse texto é excelente para trabalhar pontuação em sala de aula de uma forma leve e divertida. Desperatá o interesse dos alunos.Que tal aproveitar um texto que anda circulando pela internet, para realizar, em sala de aula, uma vivência lúdica e divertida sobre a importância da correta pontuação em um texto? Esta é mais uma proposta pedagógica , para enriquecer as atividades do professor de Produção Textual.http://www.simplesmenteportugues.com.br/search/label/Texto%20para%20aula.
Este exercício apropria-se de um texto que tem circulado pela internet, como simples brincadeira. Na proposta pedagógica aqui criada, o objetivo é demonstrar aos alunos que uma vírgula, um ponto de interrogação ou um ponto final, corretamente empregados, podem, sim, fazer toda a diferença. É importante que o professor, na etapa inicial do exercício, relembre alguns aspectos principais da pontuação e os cuidados para os erros mais comuns devido ao seu emprego indevido. Outro aspecto importante a ser abordado: a importância da clareza no desenvolvimento de um texto.
Desenvolvimento:
1. Dividir a sala em quatro subgrupos (ou múltiplos de quatro, para salas maiores).
2. Entregar papel e caneta. No papel, para criar um certo “clima”, o professor pode desenhar uma moldura bem bonita, contendo dentro dela a palavra “Testamento” e o texto que será trabalhado.
3. Contar a história que dará origem ao exercício:
O Mistério da Herança
Um homem rico estava muito mal, agonizando. Dono de uma grande fortuna, não teve tempo de fazer o seu testamento. Lembrou, nos momentos finais, que precisava fazer isso. Pediu, então, papel e caneta. Só que, com a ansiedade em que estava para deixar tudo resolvido, acabou complicando ainda mais a situação, pois deixou um testamento sem nenhuma pontuação. Escreveu assim:
'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.'
Morreu, antes de fazer a pontuação.
A quem deixava ele a fortuna? Eram quatro concorrentes. O objetivo deste exercício é que cada um dos grupos traga a fortuna para o seu lado. Ou seja, a partir de agora, cada um dos grupos agirá como se fossem os advogados dos herdeiros. O grupo 1 representará o sobrinho. O grupo 2 representará a irmã. O grupo 3 deverá fazer com que o padeiro herde a riqueza. E, finalmente, o grupo 4 deverá será responsável para a riqueza do falecido chegar apenas às mãos dos pobres.
Ao final do exercício, o professor divulgará como deveria ficar cada um dos textos.
Resposta:
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito :
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Então, chegaram os pobres da cidade. Espertos, fizeram esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais ! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
OS OLHOS DE QUEM VÊ
Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as
pessoas podem ser pobres.
O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social; o pai queria desde
cedo passar esses valores para seu herdeiro.
Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo...
Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:
- E aí, filhão, como foi a viagem para você?
- Muito boa, papai.
- Você viu a diferença entre viver com riqueza e viver na pobreza?
- Sim pai! Retrucou o filho, pensativamente.
- E o que você aprendeu, com tudo o que viu naquele lugar tão paupérrimo?
O menino respondeu:
- É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa, e eles têm quatro.
Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim.
Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu.
Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha.
Nós temos alguns canários em uma gaiola eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas!
O filho suspirou e continuou:
- E além do mais papai, observei que eles oram antes de qualquer refeição, enquanto que nós em casa, sentamos à mesa falando de negócios,
dólar, eventos sociais, daí comemos, empurramos o prato e pronto!
No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto que ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo,
inclusive a nossa visita na casa deles. Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos televisão e dormimos.
Outra coisa, papai, dormi na rede do Tonho, enquanto que ele dormiu no chão, pois não havia uma rede para cada um de nós.
Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulhos, sem nenhum conforto, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.
Conforme o garoto falava, seu pai ficava estupefado, sem graça e envergonhado.
O filho na sua sábia ingenuidade e no seu brilhante desabafo, levantou-se, abraçou o pai e ainda acrescentou:
- Obrigado papai, por me haver mostrado o quanto nós somos pobres!
(Autor desconhecido)
MORAL DA HISTÓRIA:
Não é o que você tem, onde está ou o que faz, que irá determinar a sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto! Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então... Você tem tudo !
http://www.lindasmensagens.blogger.com.br/
Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as
pessoas podem ser pobres.
O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social; o pai queria desde
cedo passar esses valores para seu herdeiro.
Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo...
Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:
- E aí, filhão, como foi a viagem para você?
- Muito boa, papai.
- Você viu a diferença entre viver com riqueza e viver na pobreza?
- Sim pai! Retrucou o filho, pensativamente.
- E o que você aprendeu, com tudo o que viu naquele lugar tão paupérrimo?
O menino respondeu:
- É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa, e eles têm quatro.
Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim.
Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu.
Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha.
Nós temos alguns canários em uma gaiola eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas!
O filho suspirou e continuou:
- E além do mais papai, observei que eles oram antes de qualquer refeição, enquanto que nós em casa, sentamos à mesa falando de negócios,
dólar, eventos sociais, daí comemos, empurramos o prato e pronto!
No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto que ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo,
inclusive a nossa visita na casa deles. Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos televisão e dormimos.
Outra coisa, papai, dormi na rede do Tonho, enquanto que ele dormiu no chão, pois não havia uma rede para cada um de nós.
Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulhos, sem nenhum conforto, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.
Conforme o garoto falava, seu pai ficava estupefado, sem graça e envergonhado.
O filho na sua sábia ingenuidade e no seu brilhante desabafo, levantou-se, abraçou o pai e ainda acrescentou:
- Obrigado papai, por me haver mostrado o quanto nós somos pobres!
(Autor desconhecido)
MORAL DA HISTÓRIA:
Não é o que você tem, onde está ou o que faz, que irá determinar a sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto! Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então... Você tem tudo !
http://www.lindasmensagens.blogger.com.br/
sábado, 7 de julho de 2012
Eu
não sou perfeito, estou por ser feito...
Ao
longo da nossa caminhada, causamos transtornos na vida de muitas
pessoas porque somos imperfeitos, dizemos palavras impróprias e sem
necessidade. Com pessoas mais próximas, costumamos agredir sem intenção
e, às vezes, intencionalmente. Não respeitamos o tempo do outro, os
desejos do outro, e acreditamos que o mundo gira em torno de nós. Vamos
por aí causando transtornos e concluímos que, não estamos prontos, mas
em construção, tijolo a tijolo. E, assim é a nossa vida. Esquecemos que o
outro também está em construção e também causa transtornos. Um tijolo
cai e nos machuca, outras vezes é o cimento que suja o nosso rosto.
Quando não sou eu é o outro, um conjunto de erros meus, seus, deles,
nossos.
Todas as pessoas erram, temos que compreender que os transtornos são
muitas vezes involuntários. Que os erros dos outros são semelhantes aos
meus erros. Simples assim: se errei, se magoei, se julguei mal,
desculpe-me por todos esses transtornos... Estou em construção!
Desculpe-me pelos
meus erros, sou um ser inacabado.
Deus está me fazendo aos poucos.
Deus está me fazendo aos poucos.
[Pe. Fábio de Melo]
Desculpe o transtorno, ser humano em construção
Ao
longo da nossa caminhada, causamos transtornos na vida de muitas
pessoas porque somos imperfeitos, dizemos palavras impróprias e sem
necessidade. Com pessoas mais próximas, costumamos agredir sem intenção
e, às vezes, intencionalmente. Não respeitamos o tempo do outro, os
desejos do outro, e acreditamos que o mundo gira em torno de nós. Vamos
por aí causando transtornos e concluímos que, não estamos prontos, mas
em construção, tijolo a tijolo. E, assim é a nossa vida. Esquecemos que o
outro também está em construção e também causa transtornos. Um tijolo
cai e nos machuca, outras vezes é o cimento que suja o nosso rosto.
Quando não sou eu é o outro, um conjunto de erros meus, seus, deles,
nossos.
Todas as pessoas erram, temos que compreender que os transtornos são
muitas vezes involuntários. Que os erros dos outros são semelhantes aos
meus erros. Simples assim: se errei, se magoei, se julguei mal,
desculpe-me por todos esses transtornos... Estou em construção!quinta-feira, 5 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
REFLEXÃO...
Tudo depende de mim, só de mim!
Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite.
Minha função é escolher que tipo de dia que vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a rua.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto que abrigue minha família e meus pertences.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está à minha frente, esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma ao meu dia e ao mundo.
Tudo depende só de mim.
(autor desconhecido)
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